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	<title>Contos da Escola &#187; Universidade e Vestibular</title>
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	<description>Educação e escola</description>
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		<title>Por que o fim da exigência do diploma de jornalismo não muda nada</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 21:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade e Vestibular]]></category>

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		<description><![CDATA[Tropecei hoje no melhor texto sobre o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo, criado por pela jornalista Ana Freitas, que escreve o blog Olhômetro. (&#8230;) você acha que por causa da queda da obrigatoriedade do diploma alguma empresa vai mudar os critérios de contratação? De maneira alguma. Vão continuar exigindo os mesmos conhecimentos gerais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.contosdaescola.net%2Ffim-diploma-jornalismo%2F"><br />
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			</a>
		</div>
<p>Tropecei hoje no melhor texto sobre o <a title="Supremo derruba exigência do diploma para jornalistas" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u582417.shtml" target="_blank">fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo</a>, criado por pela jornalista Ana Freitas, que escreve o blog <a title="Olhometro" href="http://olhometro.com/" target="_blank">Olhômetro</a>.</p>
<blockquote><p><em>(&#8230;) você acha que por causa da queda da obrigatoriedade do diploma alguma empresa vai mudar os critérios de contratação? De maneira alguma. Vão continuar exigindo os mesmos conhecimentos gerais (talvez até mais!), as mesmas habilidades em texto, as mesmas capacidades multimídia.(&#8230;)</em></p>
<p><em>A Folha de S. Paulo nunca exigiu formação jornalística pra contratar repórteres. É o maior jornal do país. E quem você considera mais qualificado para falar sobre economia &#8211; um economista que domine as técnicas jornalísticas ou um jornalista que entende um pouco de economia?</em></p>
<p><em>Pois é. A Folha prefere o primeiro cara. E eu acho justo. (&#8230;)</em></p></blockquote>
<p>Leia o <a title="Blá blá blá diploma blá blá blá jornalismo blá blá blá absurdo" href="http://olhometro.com/2009/06/18/bla-bla-bla-diploma-bla-bla-bla-jornalismo-bla-bla-bla-absurdo/" target="_blank">texto na íntegra</a> porque vale a pena pensar os pontos levantados para todas as profissões.</p>
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		<title>A vez da Educação a Distância em SP</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 17:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educacao a Distância]]></category>
		<category><![CDATA[Ensinos Médio e Fundamental]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade e Vestibular]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Educação (CEE) liberou 20% das aulas via Educação A Distância (EAD). Espera-se que as escolas que se proponham a utilizar a modalidade sofram fiscalização, para saber se estão simplesmente instalando uma ferramenta inútil &#8211; porém, mais barata do que manter os alunos em sala de aula &#8211; ou se estão se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>O Conselho Estadual de Educação (CEE) <a title="SP aberta para o EAD" href="http://www.mundovestibular.com.br/articles/5271/1/SP-libera-ensino-medio-a-distancia-para-20-das-aulas/Paacutegina1.html" target="_blank">liberou 20% das aulas via Educação A Distância</a> (EAD). Espera-se que as escolas que se proponham a utilizar a modalidade sofram fiscalização, para saber se estão simplesmente instalando uma ferramenta inútil &#8211; porém, mais barata do que manter os alunos em sala de aula &#8211; ou se estão se modernizando de fato.</p>
<p>Se sua escola estiver prestes a adotar a modalidade, leia umas dicas básicas de sobrevivência em um mundo virtual cheio de concorrentes infinitamente mais interessantes e atraentes que os softwares de EAD.</p>
<h2>Seu planejamento</h2>
<p><strong>Para pensar o e-learning de sua matéria, aí vão algumas reflexões:</strong></p>
<ul>
<li>Qual o objetivo de estender meu curso pela internet?</li>
<li>Meus alunos têm acesso fácil a internet?</li>
<li>Quais atividades de meu curso poderiam ser realizadas pela internet?</li>
<li>Consigo integrar as aulas presenciais com as atividades on-line?</li>
<li>Quais serão as métricas para mensurar o sucesso de meu curso on-line?</li>
<li>Há ferramentas conhecidas que são parecidas com o que eu estou imaginando?</li>
<li>Terei tempo de monitorar e participar do curso on-line?</li>
</ul>
<h2>Na escola</h2>
<p><strong>Criando e adaptando um software para a realidade de sua escola</strong></p>
<p>Nenhuma ferramenta de e-learning do tipo instale-e-use pode fazer milagre. Abaixo algumas dicas para que você adapte qualquer solução open source, proprietária ou crie uma ferramenta do zero, mas que funcione para sua realidade:</p>
<ol>
<li>O mercado online já tem muitos especialistas, pessoas dedicadas ao ofício de pensar soluções. Delegue a essas pessoas a responsabilidade de fazer seu software atingir os objetivos, afinal ninguém precisa saber tudo nessa vida.</li>
<li>Contrate uma empresa especializada que possa produzir ou adaptar uma boa ferramenta para sua instituição de ensino, de acordo com a sua necessidade.</li>
<li>Relembrando: talvez seu aluno use celular, use iPod, iPhone, Smartphones, Windows Vista etc. Não será fácil fazer uma ferramenta que proporcione uma experiência educativa inovadora. Daí a importância dos especialistas, ninguém quer um software que pareça do tempo das cavernas.</li>
<li>Tenha o maior número de professores possível reunido na hora de fazer o briefing das necessidades da ferramenta. Às vezes o professor de história precisa de uma feature que o de matemática não precisa.</li>
<li>Não desanime se em 5 reuniões vocês ainda não tiverem quase nada decidido.</li>
<li>Cada professor deve levantar aspectos de seu curso que podem funcionar bem on-line.</li>
<li>Conte com a ajuda de designers instrucionais para ter uma boa adaptação do conteúdo para a internet.</li>
<li>Inspire-se web afora, não se limite a benchmarking de ferramentas de e-learning de mercado. Copie boas idéias presentes em sites sociais, como Orkut, Ning, Facebook.</li>
<li>A empresa contratada para desenvolver a ferramenta deve justificar as escolhas e trazer números que comprovem a eficácia dessas escolhas. Ninguém compra absolutamente nada sem ver números, e não é sua escola que vai colocar o dinheiro naquilo que não funciona.</li>
<li>Prefira desenvolvimento em linguagens bem disseminadas no mercado, como ASP.NET, PHP, MySQL, SQL. Ou você ficará refém da empresa se ela desenvolver a solução em um banco de dados cabuloso e desconhecido.</li>
<li>Capacite os professores interessados em utilizar a ferramenta.</li>
<li>Repito: sempre conte com a ajuda de designers instrucionais para ter uma boa adaptação do conteúdo do curso para a internet.</li>
<li>Respeite os professores mais resistentes ao uso de plataformas on-line. Se a pessoa até agora não demonstrou interesse, não é você quem vai conseguir despertar seu gosto por máquinas.</li>
<li>Contrate funcionários especialistas em internet para serem &#8220;donos&#8221; da ferramenta dentro de sua instituição de ensino. É bom saber fazer para saber exigir dos fornecedores.</li>
<li>Os &#8220;donos&#8221; da ferramenta devem ser exclusivamente &#8220;donos&#8221; da ferramenta e não professores que vão gerir o projeto em seu tempo vago. Cachorro com muitos donos morre de fome. Esse é um erro MUITO comum.</li>
<li>Monitore o desempenho e esteja pronto para fazer mudanças profundas na estrutura da ferramenta.</li>
<li>Nenhum site fica estagnado, sem alterações, não espere que o seu seja o primeiro a conseguir essa façanha.</li>
</ol>
<p><strong>Para saber mais:</strong></p>
<p><a title="E-learning Corporativo" href="http://www.designdeinteracao.com.br/revista/pdf/revista_ed_01.pdf" target="_blank">Heurísticas para o projeto de interfaces de treinamentos corporativos à distância</a>, em Revista de Design de Interação – v. 01 n. 01 – 2008</p>
<p><a title="Usabilidade e a padronização do e-learning" href="http://andredeabreu.com.br/site_antigo/txt_usabilidadeelearning.htm" target="_blank">Usabilidade e a padronização do e-learning</a>, por André de Abreu</p>
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		<item>
		<title>FASP fecha as portas e jornalista recebe avalanche de críticas por não apurar os fatos</title>
		<link>http://www.contosdaescola.net/fasp-fecha-as-portas-e-jornalista-recebe-avalanche-de-criticas-por-nao-apurar-os-fatos/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 12:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade e Vestibular]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Univerisidade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;E importantes decisões coletivas podem ser tomadas com base na desinformação&#8221;. É o que pensa Luciano Martins Costa, jornalista do Observatório da Imprensa, programa da Cultura FM, rádio que ouço todos os dias a caminho do trabalho. Essa frase refere-se ao papel importantíssimo que a internet teve nas eleições presidenciais de 2008 dos Estados Unidos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>&#8220;E importantes decisões coletivas podem ser tomadas com base na desinformação&#8221;. É o que pensa Luciano Martins Costa, jornalista do Observatório da Imprensa, programa da Cultura FM, rádio que ouço todos os dias a caminho do trabalho. Essa frase refere-se ao papel importantíssimo  que a internet teve nas eleições presidenciais de 2008 dos Estados Unidos. Veja o trecho:</p>
<p>&#8220;Com a consolidação da internet como o grande meio de comunicação do nosso tempo, a divulgação de boatos e a manipulação de informações sai do controle da chamada grande imprensa.<br />
E importantes decisões coletivas podem ser tomadas com base na desinformação.&#8221; (<a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/blogs.asp?id_blog=8" target="_blank" alt="Texto completo em Observatório da Imprensa">Leia o original aqui</a>)</p>
<p>É impressionante como os jornalistas ainda <strong>não se conformaram</strong> em perder seu poderio centralizador para a internet &#8211; ou para as pessoas comuns. </p>
<p>Recomendo ao jornalista a leitura do livro <em>Inteligência Coletiva</em>, de Pierre Lévy, antropólogo francês. Assim, Martins entenderá que a imprensa da forma que conhecemos, como mídia de massas, que centraliza e elege as informações que devem ser divulgadas, agora <strong>deve dividir espaço</strong> com o conhecimento de um <strong>público muito melhor informado</strong>. A imprensa está aos poucos perdendo sua influência e conquista esse <strong>desprestígio</strong> sozinha!</p>
<p>Vou aproveitar um exemplo bem interessante, que aconteceu com o jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong>.</p>
<p>A jornalista Renata Cafardo veiculou sem apurar os fatos, que a As Faculdades Associadas de São Paulo (<strong>Fasp</strong>) fechariam suas portas por conta da <a href="http://txt.estado.com.br/editorias/2008/06/26/ger-1.93.7.20080626.6.1.xml" target="_blank" alt="Texto completo da matéria do Estadão">crise no ensino superior e de concorrência predatória</a>. Quem prestou essa declaração foi o próprio mantenedor da instituição, o empresário <strong>Nivaldo Rubens Trama</strong>. Muito bonzinho, o senhor Trama mereceu um espaço no jornal para contar seu drama e <strong>anunciar aos professores e alunos o encerramento</strong> das atividades de sua instituição. </p>
<p>A verdade é que um belo dia, professores e alunos chegaram para ter aula e as portas da faculdade estavam <strong>cerradas</strong>. Sem explicação alguma. Ficaram sabendo pela matéria do jornal que daquele dia em diante, era hora de se virar na vida e encontrar uma outra faculdade pra estudar.</p>
<p>O drama dos <strong>420 alunos</strong> que ainda não conseguiriam enquadrar seu currículo em outras faculdades não apareceu na matéria do jornal. Mas, graças a internet, a verdade apareceu no <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/renata/?title=o_fechamento_da_fasp&#038;more=1&#038;c=1&#038;tb=1&#038;pb=1" target="_blank" alt="Veja os comentários no blog da jornalista">blog da jornalista</a>. <strong>Revoltados</strong>, os <strong>alunos e professores</strong> fizeram 38 comentários <strong>criticando a postura da jornalista</strong> de não apurar os fatos e <strong>divulgar somente a declaração do empresário</strong>. Alunos e professores enfatizaram que o que derrubou a faculdade foi a má gestão de Trama. Em quem será que eu acredito, hein, jornalistas?</p>
<p>É por essas e outras que eu prefiro ficar com a &#8220;desinformação&#8221; da internet&#8230; </p>
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		<title>Culto ao bacharelado</title>
		<link>http://www.contosdaescola.net/culto-ao-bacharelado/</link>
		<comments>http://www.contosdaescola.net/culto-ao-bacharelado/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 19:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade e Vestibular]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje tive a chance de ver um vídeo de uma entrevista realizada no programa de Ana Maria Braga, publicado no Blog da Formação. O papo do escritor e educador Rubem Alves com Ana Maria Braga é sobre o por quê que somos tão apegados a idéia do diploma universitário para &#8220;sermos alguém na vida&#8220;. [video]http://www.youtube.com/watch?v=xn9iGOKEC9c[/video]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Hoje tive a chance de ver um <a href="http://blogdaformacao.wordpress.com/2007/11/04/a-universidade-nao-e-para-todos-video/">vídeo de uma entrevista realizada no programa de Ana Maria Braga</a>,  publicado no Blog da Formação.</p>
<p>O papo do escritor e educador Rubem Alves com Ana Maria Braga é sobre o por quê que somos tão apegados a idéia do diploma universitário para &#8220;<a href="http://www.contosdaescola.net/2006/05/27/quem-pode-estudar-aqui/">sermos alguém na vida</a>&#8220;.</p>
<p>[video]http://www.youtube.com/watch?v=xn9iGOKEC9c[/video]</p>
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		<item>
		<title>Escola privada amplia domínio na Fuvest</title>
		<link>http://www.contosdaescola.net/escola-privada-amplia-dominio-na-fuvest/</link>
		<comments>http://www.contosdaescola.net/escola-privada-amplia-dominio-na-fuvest/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2006 00:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade e Vestibular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;uma família que tem renda de R$ 2 mil pode realmente pagar uma boa universidade particular com mensalidade de R$ 900? Mais uma vez os &#8220;intelectuais&#8221; do país, mídia, professores, querem dar uma de Robin Hood. O discurso é o de sempre: tirar dos &#8220;ricos&#8221; e dar aos &#8220;pobres&#8221;. Ao ser concluído mais um exame [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="margin-top: 10px; font-size: 28px; float: right; margin-bottom: 15px; padding-bottom: 10px; margin-left: 10px; width: 150px; color: #ff6600; line-height: 24px; font-family: Arial,Helvetica,Georgia; text-align: right"><span style="color: gold">&#8230;uma família que tem</span> renda de R$ 2 mil pode<strong> realmente pagar</strong> uma boa universidade particular <span style="color: orange">com mensalidade de R$ 900?</span></p>
<p>Mais uma vez os &#8220;intelectuais&#8221; do país, mídia, professores, querem dar uma de Robin Hood. O discurso é o de sempre: tirar dos &#8220;ricos&#8221; e dar aos &#8220;pobres&#8221;.</p>
<p>Ao ser concluído mais um exame da FUVEST, o que era previsto se concretizou: a escola privada mais uma vez dominou as aprovações da FUVEST. E então os milionários do país mais uma vez entraram na tão sonhada USP? Os ricassos do país, aqueles que passaram na USP, segundo as estatíticas de 2005, 39,2% têm renda mensal familiar até R$ 1500. Somente 5,6% declararam que sua renda mensal familiar é superior a 10 mil reais.</p>
<p>Então, será que essas pessoas que freqüentam as listas de aprovados estão realmente roubando vagas de quem não pode estudar? Afinal, uma família que tem renda de R$ 2 mil pode realmente pagar uma boa universidade particular como a PUC que apresenta mensalidade em média R$ 900,00?</p>
<p>Todos têm direito de estudar e o critério da FUVEST exclui os alunos que estão menos preparados. Será que a FUVEST deveria rebaixar seus critérios ou as escolas públicas deveriam tornar seus alunos (85% dos jovens em idade escolar) realmente capazes de competir? Afinal, não é a prova da FUVEST que faz o aluno da escola pública ser reprovado. São os concorrentes que acertaram um número maior de perguntas.</p>
<p>Veja o texto abaixo publicado na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18374.shtml">Folha</a>.</p>
<p><strong><font color="#ff0000">Escola privada amplia domínio na Fuvest<br />
</font></strong>FÁBIO TAKAHASHI, SIMONE HARNIK</p>
<p>O número de aprovados da rede particular no vestibular deste ano da Fuvest é o maior desde 2001, apesar das iniciativas tomadas pela fundação e pela USP para tentar aumentar a proporção de alunos da escola pública na universidade.</p>
<p>No processo seletivo 2006 da Fuvest &#8211;que seleciona para a USP, Santa Casa e Academia do Barro Branco&#8211;, 73,2% dos chamados para a matrícula fizeram o ensino médio integralmente em colégios particulares. O número é o maior desde 2001, quando foi de 74,1%. Em 2005, ficou em 71,9%.</p>
<p>Apesar de a variação percentual no período ser relativamente pequena, isso mostra que as políticas de inclusão social adotadas até agora tiveram pouco efeito.</p>
<p>De 2001 para cá, a USP criou um campus na zona leste da capital paulista (inaugurado em 2005), o que aproximou a universidade de uma região de baixa renda.</p>
<p>Além disso, a Fuvest aumentou de 10 mil para 65 mil o número de isenções da taxa de inscrição no vestibular (neste ano, custou R$ 105, incluindo manual).</p>
<p>Com isso, a proporção de inscritos provenientes da escola pública subiu 8,2%, entre os vestibulares 2005 e o 2006. O crescimento, porém, não resultou em mais aprovações desses alunos &#8211;houve queda de 7,9%.</p>
<p>&#8220;A única maneira de explicar esse fenômeno é estimar que o nível da escola pública continua caindo&#8221;, diz o coordenador da Fuvest, Roberto Costa.</p>
<p>Atualmente, 85% dos estudantes do ensino médio do Estado cursam a rede pública, mas em geral eles são menos de 30% dos aprovados na USP.</p>
<p>Cotas</p>
<p>Para Thiago Tobias, assessor da ONG Educafro, a única forma de aumentar a inclusão seria com a adoção de ações afirmativas, como as cotas &#8211;medida que a universidade entende que pode baixar seu nível de ensino.</p>
<p>O coordenador do MSU (Movimento dos Sem Universidade), Sérgio Custódio, critica a prova de inglês da Fuvest. &#8220;Ela tem um nível de doutorado, sendo que está trabalhando com alunos que possuem nível do verbo &#8220;to be&#8221;.&#8221;</p>
<p>Vanessa Cristina de Alvarenga, 20, foi um dos vestibulandos que conseguiram isenção, mas não foram aprovados. &#8220;A prova é muito difícil, com coisas próprias pra cursinhos. Tem muitas pegadinhas, é aquela velha decoreba. No fim das contas, é um vestibular que é medido por condições financeiras e exclui de toda a forma os alunos da rede pública.&#8221;</p>
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		<title>Número de mulheres inscritas em cursos superiores supera homens</title>
		<link>http://www.contosdaescola.net/numero-de-mulheres-inscritas-em-cursos-superiores-supera-homens/</link>
		<comments>http://www.contosdaescola.net/numero-de-mulheres-inscritas-em-cursos-superiores-supera-homens/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2006 23:58:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade e Vestibular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; Quando os números ultrapassam a proporção do que existe na sociedade, algo parece estar errado&#8230; A Folha de São Paulo publicou hoje uma matéria sobre o crescimento do número de mulheres inscritas em cursos superiores. Nos últimos 13 anos, a diferença saltou para 22% em relação aos homens. Além do fato das mulheres investirem [...]]]></description>
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<p style="margin-top: 10px; font-size: 28px; float: right; margin-bottom: 15px; padding-bottom: 10px; margin-left: 10px; width: 150px; color: #ff6600; line-height: 24px; font-family: Arial,Helvetica,Georgia; text-align: right"><span style="color: gold">&#8230; Quando os números ultrapassam</span> a proporção do que<strong> existe na sociedade, </strong>algo parece <span style="color: orange">estar errado&#8230;</span></p>
<p>A Folha de São Paulo publicou hoje uma matéria sobre o crescimento do número de mulheres inscritas em cursos superiores. Nos últimos 13 anos, a diferença <strong>saltou para 22%</strong> em relação aos homens.</p>
<p>Além do fato das mulheres investirem em sua educação para alcançar melhores salários e cargos, um dos motivos da diferença é que muitos <u>homens são obrigados a abandonar seus estudos ainda antes de terminar o ensino fundamental</u>. Veja, a seguir, o trecho da matéria.</p>
<p><em>Se em 1991, a diferença de matrículas entre os dois sexos era de 132 mil, hoje ela já chega a 529 mil. Atualmente, cerca de 56% das matrículas nos cursos de graduação pertencem a mulheres. Isso em uma sociedade em que as mulheres representam cerca de 50,7% da população.</em></p>
<p><em>&#8220;Quando os números ultrapassam a proporção do que existe na sociedade, algo parece estar errado. Se o homem trabalha mais cedo, se quiser continuar trabalhando e se ele é pobre, como é o caso de 25% dos mais de nove milhões de estudantes do ensino médio, ele enfrentará uma dificuldade tremenda. Isso é um estímulo muito grande à evasão&#8221;, destaca Ristoff.</em></p>
<p>Leia a matéria da Folha neste <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18307.shtml">link</a>.</p>
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		<title>Quem é elite?</title>
		<link>http://www.contosdaescola.net/quem-e-elite/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2006 23:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade e Vestibular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa não poderia passar em branco. Lya Luft escreveu em sua coluna em Veja uma reflezão sobre quem é a verdadeira elite do país. A escritora conclui que a melhor forma do povo se proteger contra os políticos &#8220;demagogos&#8221;, que prometem &#8220;pílulas de salvação&#8221;, é a informação. &#8220;Então a velhíssima fórmula tão pouco aplicada, comecemos [...]]]></description>
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<p>Essa não poderia passar em branco. <strong>Lya Luft</strong> escreveu em sua coluna em Veja uma reflezão sobre quem é a verdadeira elite do país.</p>
<p>A escritora conclui que a melhor forma do povo se proteger contra os políticos &#8220;demagogos&#8221;, que prometem &#8220;pílulas de salvação&#8221;, é a informação.</p>
<p>&#8220;<em>Então a velhíssima fórmula tão pouco aplicada, comecemos pela educação. Mas não venham com empulhação quanto aos analfabetos a menos no país. Alfabetizado não é quem aprendeu a assinar o nome: é quem antes leu e compreendeu aquilo que vai assinar, pois se optar errado, a exploração de sua ignorância vai pesar sobre seus ombros por mais um longo tempo de altos juros</em>&#8220;. &#8211; Lya Luft &#8211; As Elites e o Povão &#8211; VEJA &#8211; 25 de janeiro de 2006.</p>
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		<title>Espertinha</title>
		<link>http://www.contosdaescola.net/espertinha/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2006 23:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade e Vestibular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[As cotas, que só servem para provar que o sistema público de ensino brasileiro é falido, ainda é um meio deficiente. Tanto que até uma moça de 21 anos conseguiu fraudar sua entrada numa Universidade pelo sistema de cotas. UFBA cancela matrícula de aluna que fraudou cotas Quarta, 18 de janeiro de 2006 A estudante [...]]]></description>
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<p>As cotas, que só <strong>servem para provar que o sistema público de ensino brasileiro é falido</strong>, ainda é um meio deficiente. Tanto que até uma moça de 21 anos conseguiu fraudar sua entrada numa Universidade pelo sistema de cotas.</p>
<p><strong><font color="#ff0000">UFBA cancela matrícula de aluna que fraudou cotas</font></strong><br />
Quarta, 18 de janeiro de 2006<br />
A estudante Taiane Amorim Brito, 21 anos, aprovada pelo sistema de cotas para estudantes da rede pública na Universidade Federal da Bahia (UFBA), teve a matrícula cancelada no dia 16 de janeiro. Após ela cursar um semestre de Medicina, uma investigação apontou que a jovem fez o ensino médio em escola privada. A estudante vai responder a um processo penal, movido pelo Ministério Público, e outro cível, movido em conjunto pela universidade e pelo MP.<br />
Fonte: Terra Educação</p>
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		<title>Caça-níqueis fechando</title>
		<link>http://www.contosdaescola.net/caca-niqueis-fechando/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2006 23:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade e Vestibular]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Será que o Brasil precisa de tantas Universidades? Será que nós precisamos de tantos bacharéis formados em escolas caça-níqueis? O governo continua cultuando números de universitários em estatísticas, esquece de pensar na qualidade do ensino básico, o ensino que forma TODOS os brasileiros. Veja trechos da matéria publicada na Folha de São Paulo sobre as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p>Será que o Brasil precisa de tantas Universidades? Será que nós precisamos de tantos bacharéis formados em escolas caça-níqueis?</p>
<p>O governo continua <strong>cultuando</strong> números de universitários em estatísticas, esquece de pensar na qualidade do ensino básico, o ensino que forma TODOS os brasileiros.</p>
<p>Veja trechos da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18291.shtml">matéria publicada na Folha</a> de São Paulo sobre as faculdades que podem desaparecer.<br />
22/01/2006 &#8211; 09h14<br />
<strong><font color="#ff0000">Universidades nanicas podem desaparecer </font></strong><br />
da Folha de S.Paulo, em Brasília</p>
<p>(&#8230;)As instituições particulares viram em 2004 mais de 40% de suas vagas oferecidas ficarem ociosas. Cerca de 72% dos 4,16 milhões de alunos matriculados no ensino superior no Brasil estão no setor privado.</p>
<p>A má notícia é que, mesmo com esses dados, o país tem apenas 1 em cada 10 jovens de 18 a 24 anos matriculado no ensino superior. Precisa chegar a 3 a cada 10 até 2011 se quiser cumprir o Plano Nacional de Educação.<br />
(&#8230;)<br />
O aumento da concorrência no setor privado aconteceu a partir de 1995, quando o então ministro da Educação do governo Fernando Henrique Cardoso, Paulo Renato Souza, facilitou o processo de abertura de cursos e novas instituições. O efeito: de 1980 até 1994, o setor privado cresceu apenas 9,7%. De 1994 a 2004, o <font style="background-color: #ffff00">crescimento aumentou vertiginosamente, para 208%.</font></p>
<p>&#8220;As instituições mais antigas se consolidaram em um mercado em que a competição por alunos praticamente inexistia e não se prepararam para a grande oferta de cursos e instituições oferecendo preços competitivos&#8221;, diz o presidente do Conselho Nacional de Educação, Edson Nunes.</p>
<p>(&#8230;)<br />
&#8220;<font style="background-color: #ffff00">As mudanças deveriam começar pela atividade-fim, que é o ensino. Mas acabam sendo feitas pelas atividades-meio</font>&#8220;, diz Monteiro. Cita como exemplo o caso da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, que reduziu folha de pagamento e número de funcionários para tentar adequar as receitas. &#8220;Ninguém fala em discutir tempo de curso e carga horária dos professores.&#8221;</p>
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